quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A GENTE APRENDE



Que é errando que se aprende...

Que envelhecer não significa deixar de ser criança...


Que o silêncio é a melhor resposta quando ouvimos uma bobagem...


Que ganhar dinheiro não é prioridade em toda profissão...

Que os sonhos estão aí para serem alcançados...

Que amigos a gente conquista mostrando o que somos...

E os verdadeiros amigos estão ao nosso lado até o fim...

Que a maldade muitas vezes se esconde atrás de uma bela face...

Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela...


Que quando pensamos em saber tudo descobrimos que temos muito a aprender...
 
Que amar significa se dar por inteiro...


Que ouvir uma palavra de carinho faz bem a saúde...
 
Que o julgamento alheio não é importante...


Que devemos ser criança a vida toda...

 
Que a vida começa quando a entregamos a Deus...



"A sabedoria é uma fonte de vida para os sábios, mas os tolos só aprendem tolices" Pv 15.22



ACORDO NA ÁREA FINANCEIRA



(OBS.:Achei muito interessante e resolvi colocar aqui)
Poucas coisas têm mais capacidade para destruir o bom relacionamento entre esposos do que os problemas financeiros. Segundo conselheiros matrimoniais, eles seguem de perto os conflitos na área sexual. Carol Weaverling, do Serviço de Consulta a Famílias, em Wichita, Kansas, diz o seguinte: “A maioria de nossas famílias tem dinheiro suficiente para satisfazer às suas necessidades básicas; o problema é a administração do dinheiro”.
Esta também é uma realidade aqui no Brasil. Para a felicidade financeira, marido e esposa precisam de um acordo - se não escrito, pelo menos compreendido – que estabeleça como vão trabalhar juntos nos ganhos, na economia e nos gastos; o que vão dar; e como vão evitar o impulso de comprar – um problema real em muitos casamentos infelizes.

Robert Hastings indica que o gerenciamento do dinheiro não é tanto uma técnica, mas, sim, uma atitude. As atitudes se relacionam com as emoções. Portanto , gerenciar o dinheiro envolve controlar as emoções. Se temos de controlar o dinheiro, devemos aprender a nos controlar. O uso indisciplinado do dinheiro geralmente revela pessoas indisciplinadas.

Dewitt L. Miller em “Se Dois Devem Tornar-se Um”, escreve: “Vale a pena notar também que um casal que mantém cuidadosa contabilização da forma como seu dinheiro é aplicado, em quase todos os casos, gasta menos e mais sabiamente do que um casal que não mantém nenhum registro contábil”.

Quanto mais os cônjuges são capazes de se abrir um para o outro em questões de finanças, mais eles experimentarão cooperação e compreensão. Os filhos também deverão participar deste esforço, de modo que também aprendam a responsabilidade de fazer com que gastos correspondam aos ganhos.

“Mediante uso inapropriado ou desavisado, ...o dinheiro tornar-se-á um laço para o seu possuidor”.

I – Administração do Lar

Administrar um lar é um meio, um processo para se obter bem-estar. É um processo contínuo, no qual cada casal poderá trabalhar para melhorar a vida da família. É um processo que varia de família para família, dependendo da pessoa que administra, dos recursos de que dispõe e do uso deles.

Um grande número de famílias, apresentam discussões na questão da “administração do lar”. Portanto, é bom que vocês noivos, desde já, sintam a necessidade de conversarem algumas coisas que poderão contribuir para boa administração do lar.
- Depois de casados, sua esposa continuará trabalhando fora?
- Quem ficará responsável pelo orçamento: o marido, a mulher ou ambos?
- Vocês terão conta bancária em conjunto ou separada?
- Se ambos trabalharem, quem arcará com as despesas de casa? o marido, a esposa ou os dois?

Lembrem-se noivos que, tudo isso deve estar bem definido antes do casamento. No noivado os jovens sonham com um lar assim: uma casinha, os dois apaixonados, românticos e felizes para sempre; e mais tarde os filhos. Mas, não são poucas às vezes que o sentimentalismo, a fantasia, a falta de preparação pré-matrimonial, dificultam a tomada de consciência do novo estado de vida. E, no entanto inúmeros fatores, tidos às vezes como secundários, poderão desmoronar um lar. Por isso, vocês devem dar importância aos problemas econômicos da família, e suas repercussões. Pequeno ou grande, o patrimônio do casal deve ser administrado pelos dois, com uma finalidade bem determinada.

O padrão de vida deverá ser proporcional as possibilidades da família. Deverá, no entanto, ser isenta de ostentações vulgares e de vaidade. Não se esqueçam que, não é tanto a quantia da renda da família que tem trazido atritos ao casamento, mas sim a má administração dos recursos, esse sim, tem sido a fonte de desequilíbrio financeiro, emocional e familiar.

II – A Quem Cabe Administrar?

Os dois devem assumir as responsabilidades presentes e futuras, planejando juntos, tomando decisões juntos, com absoluta sinceridade, de quanto podem dispor para as despesas com a família e o lar.

Na hipótese de ambos trabalharem fora, mesmo que tenham contas separadas, procurem eliminar as palavras “meu dinheiro”. Não percam de vista que a renda de ambos, constitui-se a renda familiar. Não se esqueçam que:
- Ao casal cabe resolver os problemas de comum acordo.
- Ao marido, em geral, cabe as grandes iniciativas; à esposa os gastos cotidianos e a administração do dia-a-dia.
- O planejamento a longo prazo deve ser feito sempre a dois.
- Sempre será indispensável a confiança mútua.

III – Requisitos de Um Bom Administrador

- Realismo – não desejar possuir além das possibilidades reais.
- Senso de economia – não gastar demasiadamente, principalmente com o supérfluo.
- Responsabilidade – não contrair encargos que não tenha segurança de atendê-los.
- Coragem – confiança na própria capacidade de superar obstáculos, se os mesmos surgirem.
- Franqueza – não esconder um ao outro, dificuldades financeiras.
- Simplicidade – não desenvolver a tentação da ostentação e do luxo.
- Capacidade de poupança – saber viver dentro da renda familiar, sempre visando a economia

A boa administração dos recursos do casal favorece o entendimento entre esposos. É erro querer TER mais, para SER mais. Deixar-se dominar pela propaganda que cria necessidades supérfluas, cuja satisfação cria desequilíbrio financeiro da família. Juntos, vocês devem estabelecer o padrão de vida de acordo com as possibilidades financeiras.

IV – Vantagens de Um Orçamento Doméstico

As necessidades variam de família para família e na mesma família variações de acordo com a época e as circunstâncias. Com um pouco de esforço, qualquer família pode preparar um orçamento que atenda suas necessidades. Três coisas devem ser feitas:
1 – Determinar os rendimentos.
2 – Determinar as despesas.
3 – Manter a contabilidade.

Há uma hierarquia de valores que se impõe:
- Artigos de absoluta necessidade (imprescindível).
- Artigos de necessidade (úteis ao status profissional ou social da família).
- Necessidades convencionais (outros artigos).

V- As Despesas Podem ser Classificadas em:

1 – Fixas – aluguel, alimento, contas (água, luz, gás, telefone), transporte, empregada, etc.
2 – Variáveis – vestuário, remédio, consertos, utilidades para o lar.
3 – Extras – diversões, viagens e férias.
4 – Fundos – economias para médicos, e aquisição de bens (carro, casa, terrenos, etc).

VI – Tenham Sempre Esses Pontos em Mente:

- Eduquem-se em assuntos financeiros básicos – comprar carro, casa e empréstimos.
- Saibam diferenciar entre a necessidade e a vontade – desenvolva a resistência mental diante do desejo de comprar coisas desnecessárias. Não permitam que o desejo vá além das possibilidades.
- Comprem a dinheiro sempre que possível – o sistema de crédito em alguns casos, cobra juros que excede o valor da própria compra.
- Procurem livrar-se das dívidas sem demora.
- Façam uma lista dos gastos que precisam realizar segundo a prioridade de vocês.
- Estabeleçam um sistema próprio de valor – perguntem a vocês mesmos: Estamos dispostos a sacrificar as coisas que são mais importantes que o dinheiro, que são, o bom nome, a consciência limpa, a paz de espírito, segurança, lealdade, etc?
- Cuidem para não comprarem coisas que logo se depreciam.
- Tomem cuidado ao emprestarem dinheiro para qualquer pessoa.
- Nunca ponham Deus de escanteio – lembrem-se que é Ele que lhes dará força, saúde e condições, para que vocês tenham como manter o lar e a família. Portanto, deduzam a parte de Deus: dízimo e ofertas.
- Disciplinem suas compras – perguntem à vocês mesmos: Oferece as vantagens que assegura o preço? O uso disso justifica o gasto? Estamos comprando mais do que necessitamos? Poderemos comprar mais tarde numa liquidação ou custará mais em outro lugar? É algo que realmente necessitamos?

VII – Sete Razões Para se Ter um Orçamento Familiar

1 – Orienta quanto aos alvos da família.
2 – Estabelece controle dos gastos.
3 – Provê a necessária disciplina.
4 – Sistematiza as doações para Deus.
5 – Provê para os imprevistos.
6 – Une a família no processo de decisão.
7 – Ajuda na administração daquilo que Deus lhes dá.

Se vocês desejam usufruir de um relacionamento conjugal plenamente satisfatório, a competência para lidar com dinheiro é absolutamente essencial. Pois nada consegue atrapalhar um relacionamento mais depressa do que, os problemas associados com a má administração do dinheiro.

COMO QUEM CHORA/ RECOMEÇO


COMO QUEM CHORA





Salmos 6

Senhor, meus ossos estão perturbados!
Sabes o quanto sou fraca:
custa-me suportar as setas inimigas
lançadas a esmo contra mim,
que caminho muitas vezes ao léu,
silente e ensimesmada,
triste, macambúzia,
envergonhada de minha debilidade;
sem saber que fazer de mim,
à espera de um amparo,
um arrimo, um carinho,
que não acontecem,
não me surpreendem num aceno,
convidando-me a ser feliz
- ao menos por um tempo...

Por isso escrevo salmos
"como quem chora"
- de melancolia, solidão
e desencanto.
E então recorro a ti, Amigo,
pois nem mesmo tu
escapaste a verter lágrimas:
quando viste Lázaro choraste,
ainda que consciente
de que logo ressuscitaria,
e sua morte e ressurreição
pelos séculos dos séculos
proclamada seria.
Por amiúde me entristecer
é que venho a ti
e te confesso:
Pai, sou fraca.
Ajuda-me a ser forte!
Sara-me, por tua misericórdia;
não me deixes permanecer
nos braços da inquietação
e da abulia;
dos tentáculos do desânimo
e do negativismo me arranca,
ainda que me doa e fira,
como o puxar do farpão.
Recupera-me quanto antes,
eu te peço,
permitindo que tua alegria
seja a minha força,
como foi dito em Neemias.

Venho te perguntando dia após dia:
"Até quando? Até quando?..."
Sei que não és verdugo, senhor feudal
violento e vingativo; pelo contrário:
apressas-te a curar o combalido,
reestruturar o partido,
soldar os ossos quebrados do injustiçado,
restaurar a pele ao escalpelado.
Só que me nego a esperar
resposta e socorro
até as vésperas da morte;
até aquela hora
em que "a indesejada das gentes"
de mim tentar se aproximar.

Na morte não há recordação de ti;
ela é para a eternidade;
não há retorno ao mundo e à vida.
No sepulcro não te poderei louvar:
terei os lábios para sempre cerrados.

Estou cansada de tanto gemer,
ainda que hoje meus lamentos e pranto
são implosões no peito,
não mais murmurações
e lamúrias contínuas
- tal chuva no telhado,
como antigamente...

Meus adversários
tentam abater-me o semblante,
murchar-me os olhos,
envelhecer-me.
Não aceito!
Quero ser como a águia,
que atinge os mais altos picos;
como a andorinha, que corta os céus,
nunca enfadada, mas lépida,
as forças e a leveza
sempre renovadas.

Então desperta-me o vigor
da mulher primitiva, Senhor:
sem truques e sem desgastes,
altaneira e altiva
em minha segurança.
Se me deixar dominar pela tristeza
tornar-me-ei escrava,
incapaz de criar alegria
para mim e os que amo
ou me cercam.

Senti ímpetos de escrever, e escrevi;
e... o que escrevi, escrevi...
Não o digo como Pilatos,
mas pela força do Espírito,
que agora me inspira a declarar:
"Apartai-vos de mim todos
os que praticais a iniqüidade,
porque o Senhor ouviu
a voz dos meus lamentos,
acolheu a minha oração,
graças a ele!
Envergonhados pois
sejam todos os meus inimigos;
retirem-se de súbito,
cobertos de vexame!"

[Poesia de Allinges Lenz César Mafra]


RECOMECE

 

"Recomece outra vez, mesmo quando tudo parece perdido. Não fique amargo, reclamando de suas perdas. Resista, ainda que as forças lhe faltem. Não carregue mágoas nem contra seus inimigos mais dedicados. Confie em você mesmo, ainda que todos duvidem; ame, ainda que esteja cercado pelo ódio. Sirva a Deus, ainda que todas as circunstâncias não lhe dêem motivos para isso. Então todos saberão que você encontrou a Deus."