domingo, 31 de março de 2013

O PRIMEIRO AMOR



     Você se lembra do tempo que aceitou a Jesus? 

      Do teu primeiro amor e de como o seguia? 

      O primeiro amor é demonstrado claramente numa parábola que Jesus conta de um homem que achou um tesouro escondido num campo e transbordando de alegria vai vende tudo o que tem e compra aquele campo (Mt 13:44).

      A Bíblia cita algumas passagens que demonstra a tristeza do Senhor quanto à perda do primeiro amor por parte de seus filhos. 

      Jeremias 2: 1 – 8

E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
2 Vai, e clama aos ouvidos de Jerusalém, dizendo: Assim diz o SENHOR: Lembro-me de ti, da piedade da tua mocidade, e do amor do teu noivado, quando me seguias no deserto, numa terra que não se semeava.
3 Então Israel era santidade para o SENHOR, e as primícias da sua novidade; todos os que o devoravam eram tidos por culpados; o mal vinha sobre eles, diz o SENHOR.
4 Ouvi a palavra do SENHOR, ó casa de Jacó, e todas as famílias da casa de Israel;
5 Assim diz o SENHOR: Que injustiça acharam vossos pais em mim, para se afastarem de mim, indo após a vaidade, e tornando-se levianos?
6 E não disseram: Onde está o SENHOR, que nos fez subir da terra do Egito, que nos guiou através do deserto, por uma terra árida, e de covas, por uma terra de sequidão e sombra de morte, por uma terra pela qual ninguém transitava, e na qual não morava homem algum?
7 E eu vos introduzi numa terra fértil, para comerdes o seu fruto e o seu bem; mas quando nela entrastes contaminastes a minha terra, e da minha herança fizestes uma abominação.
8 Os sacerdotes não disseram: Onde está o SENHOR? E os que tratavam da lei não me conheciam, e os pastores prevaricavam contra mim, e os profetas profetizavam por Baal, e andaram após o que é de nenhum proveito.”

        Você já se viu numa situação em que depois de ter passado pelas provas e chegando as bênçãos sentiu que não deveria orar mais como no inicio, que já sabia o suficiente para não precisar mais ler a bíblia? 

        Foi mais ou menos assim que aconteceu com o povo de Israel no deserto eles caminhavam com Deus, dava o seu melhor pro Senhor, Deus os defendia, eles eram as primícias do Senhor, mas depois de um tempo e de ter conseguido o que queriam deixaram o seu primeiro amor. 

        Com outros acontecem o oposto Jesus na parábola do semeador fala do solo rochoso que são os que ouvem a palavra, mas quando vinda às lutas e perseguições por causa da palavra logo se escandalizam.... 

        Quantos um dia estiveram nas igrejas e hoje não estão mais porque não suportaram as lutas e as perseguições, quantos abandonaram o seu primeiro amor, quantos deixam de cultuar ao Senhor por raiva e queixas do irmão.

       O povo de Israel abandonou o seu primeiro amor....
       O mesmo aconteceu com os irmãos da igreja em Éfeso.

Apocalipse 2:1-5  

“Escreve ao anjo da igreja que está em Éfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de ouro:
Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos.
E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste.
Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.”

        Trabalhavam para o Senhor e se fadigavam, mas nem sempre o trabalhar na obra demonstra que ainda permanecemos no primeiro amor, uns com o passar do tempo vão mudando suas motivações, não fazem mais por amor, mas por obrigação, costumes, interesses e etc. menos por amor a Deus.

      São como alguns casais que no namoro davam o melhor pra suas namoradas e vice-versa, mas com o passar do tempo vai dando o que lhes sobram.

ALGUNS MOTIVOS PODEM NOS LEVAR A PERDEMOS O PRIMEIRO AMOR 

     1- O convívio com o pecado; 
      A prática do pecado esfria o amor, endurece o coração e nos distancia de Deus... Este tem sido o motivo de muitos não ter acessa em seus corações a chama do amor ao Senhor.

      O convívio do pecado aqui também é o tolerar e se conformar com o pecado, é o não reprovar, o não discordar... Lembre-se devemos amar o pecador e abominar o seu pecado. O convívio com o pecado nos faz perder o primeiro amor. 

       2- A falta de profundidade;
        Muitos cristãos vivem apenas dos cultos semanais, só leem a bíblia e oram quando estão na igreja, não investem em um relacionamento com Deus, não investem na pratica da oração, na leitura da palavra. Tornam-se como solo rochoso citado na parábola do semeador sem profundidade. A falta da constante busca pelo Senhor e pelas coisas do Senhor nos faz também perder o primeiro amor.
       3- A falta de tratamento de algumas áreas de nossas vidas
       Quando nos convertemos devemos nos entregar por completo ao Senhor todas as áreas de nossas vidas precisam experimentar a transformação e o tratamento do Senhor, quando isso não acontece, pode gerar problemas futuros, estas áreas podem sufocar a nossa fé e o nosso amor.

       A queda não é um acidente, a queda é um processo que envolve repetidas negligências de nossa parte.

Lembra-te de onde caíste, arrepende-te e volta á pratica das primeiras obras.”

O CAMINHO DE VOLTA:
    1- Lembra-te: Lembrar, recordar com era a sua vida com Deus quando o amor estava vivo em seu coração é o primeiro ponto para o caminho de volta ao primeiro amor...
Ex. O filho pródigo caiu em sim e lembrou... Lembra agora como era assim que você se converteu, como você lia a bíblia, orava...lembra meu irmão de quando ouvia o voz de Deus... 

    2- Arrepende-te: A saudade, as recordações se não vierem com o arrependimento nada vai adiantar...é preciso chorar, se lamentar... Tiago 4: 8-10.
    3-  Voltar a prática das primeiras obras: Depois de recordar, arrepender e hora de voltar a fazer e o que fazia antes é hora de dar pra esposa o que se dava quando eram namorados...é hora de se alegrar como se alegravas nas primeiras lutas como os Israelitas no deserto.

( Mirla Amorim)
Estudo bíblico ministrado por mim
no dia 23/03/2013 no culto voltado para jovens

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A GENTE APRENDE



Que é errando que se aprende...

Que envelhecer não significa deixar de ser criança...


Que o silêncio é a melhor resposta quando ouvimos uma bobagem...


Que ganhar dinheiro não é prioridade em toda profissão...

Que os sonhos estão aí para serem alcançados...

Que amigos a gente conquista mostrando o que somos...

E os verdadeiros amigos estão ao nosso lado até o fim...

Que a maldade muitas vezes se esconde atrás de uma bela face...

Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela...


Que quando pensamos em saber tudo descobrimos que temos muito a aprender...
 
Que amar significa se dar por inteiro...


Que ouvir uma palavra de carinho faz bem a saúde...
 
Que o julgamento alheio não é importante...


Que devemos ser criança a vida toda...

 
Que a vida começa quando a entregamos a Deus...



"A sabedoria é uma fonte de vida para os sábios, mas os tolos só aprendem tolices" Pv 15.22



ACORDO NA ÁREA FINANCEIRA



(OBS.:Achei muito interessante e resolvi colocar aqui)
Poucas coisas têm mais capacidade para destruir o bom relacionamento entre esposos do que os problemas financeiros. Segundo conselheiros matrimoniais, eles seguem de perto os conflitos na área sexual. Carol Weaverling, do Serviço de Consulta a Famílias, em Wichita, Kansas, diz o seguinte: “A maioria de nossas famílias tem dinheiro suficiente para satisfazer às suas necessidades básicas; o problema é a administração do dinheiro”.
Esta também é uma realidade aqui no Brasil. Para a felicidade financeira, marido e esposa precisam de um acordo - se não escrito, pelo menos compreendido – que estabeleça como vão trabalhar juntos nos ganhos, na economia e nos gastos; o que vão dar; e como vão evitar o impulso de comprar – um problema real em muitos casamentos infelizes.

Robert Hastings indica que o gerenciamento do dinheiro não é tanto uma técnica, mas, sim, uma atitude. As atitudes se relacionam com as emoções. Portanto , gerenciar o dinheiro envolve controlar as emoções. Se temos de controlar o dinheiro, devemos aprender a nos controlar. O uso indisciplinado do dinheiro geralmente revela pessoas indisciplinadas.

Dewitt L. Miller em “Se Dois Devem Tornar-se Um”, escreve: “Vale a pena notar também que um casal que mantém cuidadosa contabilização da forma como seu dinheiro é aplicado, em quase todos os casos, gasta menos e mais sabiamente do que um casal que não mantém nenhum registro contábil”.

Quanto mais os cônjuges são capazes de se abrir um para o outro em questões de finanças, mais eles experimentarão cooperação e compreensão. Os filhos também deverão participar deste esforço, de modo que também aprendam a responsabilidade de fazer com que gastos correspondam aos ganhos.

“Mediante uso inapropriado ou desavisado, ...o dinheiro tornar-se-á um laço para o seu possuidor”.

I – Administração do Lar

Administrar um lar é um meio, um processo para se obter bem-estar. É um processo contínuo, no qual cada casal poderá trabalhar para melhorar a vida da família. É um processo que varia de família para família, dependendo da pessoa que administra, dos recursos de que dispõe e do uso deles.

Um grande número de famílias, apresentam discussões na questão da “administração do lar”. Portanto, é bom que vocês noivos, desde já, sintam a necessidade de conversarem algumas coisas que poderão contribuir para boa administração do lar.
- Depois de casados, sua esposa continuará trabalhando fora?
- Quem ficará responsável pelo orçamento: o marido, a mulher ou ambos?
- Vocês terão conta bancária em conjunto ou separada?
- Se ambos trabalharem, quem arcará com as despesas de casa? o marido, a esposa ou os dois?

Lembrem-se noivos que, tudo isso deve estar bem definido antes do casamento. No noivado os jovens sonham com um lar assim: uma casinha, os dois apaixonados, românticos e felizes para sempre; e mais tarde os filhos. Mas, não são poucas às vezes que o sentimentalismo, a fantasia, a falta de preparação pré-matrimonial, dificultam a tomada de consciência do novo estado de vida. E, no entanto inúmeros fatores, tidos às vezes como secundários, poderão desmoronar um lar. Por isso, vocês devem dar importância aos problemas econômicos da família, e suas repercussões. Pequeno ou grande, o patrimônio do casal deve ser administrado pelos dois, com uma finalidade bem determinada.

O padrão de vida deverá ser proporcional as possibilidades da família. Deverá, no entanto, ser isenta de ostentações vulgares e de vaidade. Não se esqueçam que, não é tanto a quantia da renda da família que tem trazido atritos ao casamento, mas sim a má administração dos recursos, esse sim, tem sido a fonte de desequilíbrio financeiro, emocional e familiar.

II – A Quem Cabe Administrar?

Os dois devem assumir as responsabilidades presentes e futuras, planejando juntos, tomando decisões juntos, com absoluta sinceridade, de quanto podem dispor para as despesas com a família e o lar.

Na hipótese de ambos trabalharem fora, mesmo que tenham contas separadas, procurem eliminar as palavras “meu dinheiro”. Não percam de vista que a renda de ambos, constitui-se a renda familiar. Não se esqueçam que:
- Ao casal cabe resolver os problemas de comum acordo.
- Ao marido, em geral, cabe as grandes iniciativas; à esposa os gastos cotidianos e a administração do dia-a-dia.
- O planejamento a longo prazo deve ser feito sempre a dois.
- Sempre será indispensável a confiança mútua.

III – Requisitos de Um Bom Administrador

- Realismo – não desejar possuir além das possibilidades reais.
- Senso de economia – não gastar demasiadamente, principalmente com o supérfluo.
- Responsabilidade – não contrair encargos que não tenha segurança de atendê-los.
- Coragem – confiança na própria capacidade de superar obstáculos, se os mesmos surgirem.
- Franqueza – não esconder um ao outro, dificuldades financeiras.
- Simplicidade – não desenvolver a tentação da ostentação e do luxo.
- Capacidade de poupança – saber viver dentro da renda familiar, sempre visando a economia

A boa administração dos recursos do casal favorece o entendimento entre esposos. É erro querer TER mais, para SER mais. Deixar-se dominar pela propaganda que cria necessidades supérfluas, cuja satisfação cria desequilíbrio financeiro da família. Juntos, vocês devem estabelecer o padrão de vida de acordo com as possibilidades financeiras.

IV – Vantagens de Um Orçamento Doméstico

As necessidades variam de família para família e na mesma família variações de acordo com a época e as circunstâncias. Com um pouco de esforço, qualquer família pode preparar um orçamento que atenda suas necessidades. Três coisas devem ser feitas:
1 – Determinar os rendimentos.
2 – Determinar as despesas.
3 – Manter a contabilidade.

Há uma hierarquia de valores que se impõe:
- Artigos de absoluta necessidade (imprescindível).
- Artigos de necessidade (úteis ao status profissional ou social da família).
- Necessidades convencionais (outros artigos).

V- As Despesas Podem ser Classificadas em:

1 – Fixas – aluguel, alimento, contas (água, luz, gás, telefone), transporte, empregada, etc.
2 – Variáveis – vestuário, remédio, consertos, utilidades para o lar.
3 – Extras – diversões, viagens e férias.
4 – Fundos – economias para médicos, e aquisição de bens (carro, casa, terrenos, etc).

VI – Tenham Sempre Esses Pontos em Mente:

- Eduquem-se em assuntos financeiros básicos – comprar carro, casa e empréstimos.
- Saibam diferenciar entre a necessidade e a vontade – desenvolva a resistência mental diante do desejo de comprar coisas desnecessárias. Não permitam que o desejo vá além das possibilidades.
- Comprem a dinheiro sempre que possível – o sistema de crédito em alguns casos, cobra juros que excede o valor da própria compra.
- Procurem livrar-se das dívidas sem demora.
- Façam uma lista dos gastos que precisam realizar segundo a prioridade de vocês.
- Estabeleçam um sistema próprio de valor – perguntem a vocês mesmos: Estamos dispostos a sacrificar as coisas que são mais importantes que o dinheiro, que são, o bom nome, a consciência limpa, a paz de espírito, segurança, lealdade, etc?
- Cuidem para não comprarem coisas que logo se depreciam.
- Tomem cuidado ao emprestarem dinheiro para qualquer pessoa.
- Nunca ponham Deus de escanteio – lembrem-se que é Ele que lhes dará força, saúde e condições, para que vocês tenham como manter o lar e a família. Portanto, deduzam a parte de Deus: dízimo e ofertas.
- Disciplinem suas compras – perguntem à vocês mesmos: Oferece as vantagens que assegura o preço? O uso disso justifica o gasto? Estamos comprando mais do que necessitamos? Poderemos comprar mais tarde numa liquidação ou custará mais em outro lugar? É algo que realmente necessitamos?

VII – Sete Razões Para se Ter um Orçamento Familiar

1 – Orienta quanto aos alvos da família.
2 – Estabelece controle dos gastos.
3 – Provê a necessária disciplina.
4 – Sistematiza as doações para Deus.
5 – Provê para os imprevistos.
6 – Une a família no processo de decisão.
7 – Ajuda na administração daquilo que Deus lhes dá.

Se vocês desejam usufruir de um relacionamento conjugal plenamente satisfatório, a competência para lidar com dinheiro é absolutamente essencial. Pois nada consegue atrapalhar um relacionamento mais depressa do que, os problemas associados com a má administração do dinheiro.

COMO QUEM CHORA/ RECOMEÇO


COMO QUEM CHORA





Salmos 6

Senhor, meus ossos estão perturbados!
Sabes o quanto sou fraca:
custa-me suportar as setas inimigas
lançadas a esmo contra mim,
que caminho muitas vezes ao léu,
silente e ensimesmada,
triste, macambúzia,
envergonhada de minha debilidade;
sem saber que fazer de mim,
à espera de um amparo,
um arrimo, um carinho,
que não acontecem,
não me surpreendem num aceno,
convidando-me a ser feliz
- ao menos por um tempo...

Por isso escrevo salmos
"como quem chora"
- de melancolia, solidão
e desencanto.
E então recorro a ti, Amigo,
pois nem mesmo tu
escapaste a verter lágrimas:
quando viste Lázaro choraste,
ainda que consciente
de que logo ressuscitaria,
e sua morte e ressurreição
pelos séculos dos séculos
proclamada seria.
Por amiúde me entristecer
é que venho a ti
e te confesso:
Pai, sou fraca.
Ajuda-me a ser forte!
Sara-me, por tua misericórdia;
não me deixes permanecer
nos braços da inquietação
e da abulia;
dos tentáculos do desânimo
e do negativismo me arranca,
ainda que me doa e fira,
como o puxar do farpão.
Recupera-me quanto antes,
eu te peço,
permitindo que tua alegria
seja a minha força,
como foi dito em Neemias.

Venho te perguntando dia após dia:
"Até quando? Até quando?..."
Sei que não és verdugo, senhor feudal
violento e vingativo; pelo contrário:
apressas-te a curar o combalido,
reestruturar o partido,
soldar os ossos quebrados do injustiçado,
restaurar a pele ao escalpelado.
Só que me nego a esperar
resposta e socorro
até as vésperas da morte;
até aquela hora
em que "a indesejada das gentes"
de mim tentar se aproximar.

Na morte não há recordação de ti;
ela é para a eternidade;
não há retorno ao mundo e à vida.
No sepulcro não te poderei louvar:
terei os lábios para sempre cerrados.

Estou cansada de tanto gemer,
ainda que hoje meus lamentos e pranto
são implosões no peito,
não mais murmurações
e lamúrias contínuas
- tal chuva no telhado,
como antigamente...

Meus adversários
tentam abater-me o semblante,
murchar-me os olhos,
envelhecer-me.
Não aceito!
Quero ser como a águia,
que atinge os mais altos picos;
como a andorinha, que corta os céus,
nunca enfadada, mas lépida,
as forças e a leveza
sempre renovadas.

Então desperta-me o vigor
da mulher primitiva, Senhor:
sem truques e sem desgastes,
altaneira e altiva
em minha segurança.
Se me deixar dominar pela tristeza
tornar-me-ei escrava,
incapaz de criar alegria
para mim e os que amo
ou me cercam.

Senti ímpetos de escrever, e escrevi;
e... o que escrevi, escrevi...
Não o digo como Pilatos,
mas pela força do Espírito,
que agora me inspira a declarar:
"Apartai-vos de mim todos
os que praticais a iniqüidade,
porque o Senhor ouviu
a voz dos meus lamentos,
acolheu a minha oração,
graças a ele!
Envergonhados pois
sejam todos os meus inimigos;
retirem-se de súbito,
cobertos de vexame!"

[Poesia de Allinges Lenz César Mafra]


RECOMECE

 

"Recomece outra vez, mesmo quando tudo parece perdido. Não fique amargo, reclamando de suas perdas. Resista, ainda que as forças lhe faltem. Não carregue mágoas nem contra seus inimigos mais dedicados. Confie em você mesmo, ainda que todos duvidem; ame, ainda que esteja cercado pelo ódio. Sirva a Deus, ainda que todas as circunstâncias não lhe dêem motivos para isso. Então todos saberão que você encontrou a Deus."